8 alimentos que ajudam a fortalecer a memória e protegem o cérebro

1. Peixes
São ricos em ômega 3 e ômega 6, que são essenciais para melhorar e acelerar a aprendizagem.

2. Maçãs
São ricas em vitamina C e antioxidantes, que protegem o cérebro contra os radicais livres. Elas também ajudam a combater doenças como Alzheimer e Parkinson, reduzem o colesterol ruim (LDL), ajudam na saúde do coração, além de proteger contra o câncer. É recomendado comer a casca da maçã, mas só se for orgânica.

3. Frutas vermelhas (ameixa, framboesa, amora, goji berry)
Elas têm a vitamina C, ácido fólico, ácido cítrico, cálcio, potássio, magnésio, antioxidante e auxiliam na prevenção do envelhecimento da célula.
Estas frutas são anti-inflamatórias, evitam danos no cérebro e ajudam a melhorar o nosso intelecto. Além disso, elas nos protegem da perda de memória devido à idade e de doenças como Parkinson e Alzheimer. Possui muitas vitaminas e minerais importantes para o sistema nervoso, além de conter ômega 3.

4. Linhaça
A linhaça melhora a função cerebral. E não só isso: ela ajuda a reduzir a inflamação e a melhorar a circulação.


5. Nozes
São altamente ricas em minerais, como potássio, fósforo, zinco, ferro, magnésio, cálcio, vitaminas B e E. Elas ajudam a saúde do cérebro e reduzem as doenças cardíacas. São utilizadas para melhorar a memória e para dar suporte nas funções cognitivas. É recomendado comer um punhado de nozes diariamente.

6. Azeite de oliva e abacate
Eles mantêm a estrutura dos neurônios e a integridade dos vasos sanguíneos.

7. Chocolate amargo
É um chocolate com maior percentual de cacau. Ele estimula o cérebro, melhorando sua circulação sanguínea e ajuda a evitar problemas no coração.
Além disso, fortalece o cérebro de pessoas que sofrem de insônia, retarda o envelhecimento e impede o desenvolvimento tanto da hipertensão como da diabetes.

8. Aipo (o mesmo que salsão)
É um alimento que contém propriedades benéficas para a nossa memória e possui luteolina, um flavonoide capaz de reduzir o envelhecimento das moléculas que inflamam o cérebro. Ele é antioxidante, antibacteriano, purifica o sangue, elimina o ácido úrico e reduz a inflamação do cérebro.
O aipo também diminui as dores de cabeça e a enxaqueca.

 
Fonte: Cura pela Natureza

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8 milhões de jovens no Brasil têm depressão

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Crianças e adolescentes também podem ser vítimas da depressão, alerta a psicóloga Solange Guastaferro. Segundo ela, geralmente, a partir dos três anos, a criança já pode apresentar sintomas da doença, como desânimo. Entre as causas do desenvolvimento da doença podem ser citados o falecimento de parentes próximos, a separação dos pais ou até fatores genéticos.

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20% dos jovens do mundo têm depressão. Em entrevista à Rádio Gazeta, a psicóloga Solange Guastaferro também citou uma estimativa segundo a qual, no Brasil, a incidência da depressão gire em torno de 1% a 3% da população com até 17 anos de idade.

Fonte: Gazeta de Alagoas

Harvard desenvolve pílula de insulina para substituir agulhadas

A ciência acaba de abrir uma via de esperança rumo ao fim das agulhadas de insulina para portadores de diabetes tipo 1. Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, encontraram um método de substituir as aplicações do hormônio por uma pílula.

Além de tornar a vida dos pacientes mais simples – e menos dolorosa – o método, dizem os cientistas, ainda poderia colaborar para aumentar a aderência dos diabéticos ao tratamento e, assim, diminuir efeitos colaterais da doença.

“Muitas pessoas falham em aderir ao regime de injeções por causa da dor, fobia de agulhas ou da interferência que isso pode ter em atividades do dia a dia”, afirmou o autor principal do estudo, o professor de bioengenharia em Harvard Samir Mitragotri. “As consequências de um controle falho da glicemia pode levar a complicações sérias para a saúde”, emendou.

Até agora, a medicina ainda não tinha sido bem-sucedida em encapsular a insulina porque, ao chegar ao estômago, ela reage com o ambiente ácido e se torna de difícil absorção. A solução do time de Mitragotri foi diluir o hormônio em uma solução iônica de colina e ácido germânico, e então colocá-lo em uma cápsula de polímero resistente aos ácidos estomacais.

A formulação é biocompatível, fácil de ser manufaturada e pode ser armazenada por até dois meses em temperatura ambiente sem se degradar, período superior ao de algumas insulinas injetáveis disponíveis no mercado.

“Nossa abordagem funciona como um canivete suíço, onde uma pílula tem ferramentas para superar cada obstáculo que encontra até permitir que a insulina seja absorvida pelo organismo”, explicou o bioengenheiro à agência da universidade.

Além de um suposto maior conforto no tratamento, os pesquisadores argumentam que a forma oral da insulina se aproximaria mais do funcionamento do pâncreas de um indivíduo saudável do que uma injeção do hormônio.

O próximo passo dos cientistas agora é conduzir mais testes com animais com a formulação, além de avaliações de toxicidade e biodisponibilidade de longo prazo. Como os ingredientes-chave da “receita” – colina e ácido germânico – já são considerados seguros, eles esperam que testes em humanos sejam aprovados nos EUA com rapidez.

Cerca de 13 milhões de pessoas convivem com a diabetes no Brasil. A tipo 1, geralmente descoberta ainda na infância, afeta cerca de 1 milhão de pessoas. A mais comum, tipo 2, responde por 90% dos casos, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes.

Fonte: Metrópoles

O FARMACÊUTICO E A SAÚDE MENTAL

A farmacêutica Sheilla Fernandes faz parte do time de professores da pós-graduação presencial em Farmácia Clínica e Serviços Farmacêuticos, oferecido pela Abrafarma e pelo I-Bras, em parceria com a Faculdade Cathedral.

Membro da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme) e da Associação Brasileira de Farmácia Clínica, Sheila possui o canal do YouTube chamado  Farmacologia com Amor, no qual aborda temas como o aumento da depressão e da taxa de suicídio entre os jovens, e os desafios do início da terapia antidepressiva. Confira!

 

Fonte: Assistência Farmacêutica

Estudo aponta que depressão pode desencadear doença autoimune

Considerada como uma consequência dos sintomas da artrite reumatoide, a depressão começa a ser vista como um gatilho para a doença reumática em pessoas com predisposição genética. É o que aponta um estudo recente da University of Calgary, no Canadá1. O trabalho lança um novo olhar sobre essa relação, mostrando que a depressão tem efeito direto sobre as citocinas, substâncias que estimulam o processo inflamatório relacionado à artrite reumatoide. O risco ainda seria maior entre as pessoas mais jovens, com até 40 anos.

“Não raro, os primeiros sintomas da artrite reumatoide surgem após o paciente passar por momentos de grande estresse, como luto, divórcio, desemprego ou perdas financeiras”, afirma a reumatologista e professora-doutora Licia Maria Henrique da Mota, orientadora do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Brasília (UnB).

De natureza autoimune, crônica e progressiva, a artrite reumatoide afeta as articulações, provocando rigidez, desgaste ósseo, limitações físicas, dor e fadiga. Em geral, é diagnosticada por volta dos 40 anos2, causando um efeito devastador sobre a vida do paciente, com impacto direto nas atividades diárias, profissionais, familiares e sociais3.

Estudos revelam que a prevalência de transtornos depressivos em portadores da doença varia entre 13% e 47%4,5. Essa grande diferença se deve à variedade de critérios utilizados ou das características da amostra. Os transtornos depressivos nesses pacientes superam a média encontrada na população que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é de 4,4%. Na América Latina, o Brasil é o país com o maior porcentual de indivíduos diagnosticados com depressão6. Pelos cálculos da OMS, eles representam 5,8% da população, o equivalente a 11 milhões de pessoas.

“Estabelecida a depressão como uma comorbidade da artrite reumatoide, o importante é que os médicos fiquem atentos à saúde mental do paciente, indicando um apoio psicológico, quando necessário”, declara a médica Licia Mota. Esse suporte é muito importante porque o transtorno mental leva o portador da enfermidade a ter baixa adesão ao tratamento e, consequentemente, pior evolução do quadro da doença7.

Terapia inovadora

Estima-se que a artrite reumatoide acometa dois milhões de brasileiros, o equivalente à população de uma cidade como Belo Horizonte, em Minas Gerais8. E esses pacientes podem contar com uma nova opção de tratamento desde 2015, quando a Pfizer trouxe ao Brasil uma nova classe de medicamentos sintéticos para o tratamento da artrite reumatoide. Administrado por via oral, Xeljanz (citrato de tofacitinibe) apresenta um mecanismo inovador que age dentro das células, inibindo a janus quinase (JAK), uma proteína importante nos processos inflamatórios característicos da enfermidade.

Xeljanz é o primeiro tratamento oral, não biológico, do tipo MMCD (medicamento modificador do curso da doença reumática), alvo-específico desenvolvido para o tratamento de artrite reumatoide. Ele é indicado para o tratamento de pacientes adultos com artrite reumatoide ativa moderada a grave que apresentaram uma resposta inadequada a um ou mais medicamentos modificadores do curso da doença.

Referências

  1. Vallerand, Isabelle and others. Depression as a Risk Factor for the Development of Rheumatoid Arthritis: a Population-Based Cohort Study, 2017 ACR/ARHP, Annual Meeting.
  2. Narrative 2015, Instituto Harris Poll.
  3. Figueiredo, Margarida. Artrite reumatoide: Um estudo sobre a importância na artrite reumatóide da depressão e do ajustamento Psicossocial à doença. Revista Portuguesa de Psicossomática,  vol. 6, núm. 1, janeiro-junho, 2004, pp. 13-25.
  4. Dickens C, Creed F: The burden of depression in patients withrheumatoid arthritis. Rheumatology 40: 1327-30, 2001.
  5. Velasquez X, Pizarro C, Pizarro P, Massardo L: La depresion em artritis reumatoidea. Reumatologia 18(2): 49-52, 2002.
  6. Depression and Other Common Mental Disorders Global Health Estimates. World Health Organization 2017.
  7. Pincus T. and others. Prevalence of self-reported depression in patients with rheumatoid arthritis. British journal of rheumatology 1996;35:879-883
  8. Sociedade Brasileira de Reumatologia, Artrite Reumatoide-Cartilha para pacientes, Comissão de Artrite Reumatoide, 2011.

Fonte: Pfizer

Como as redes de farmácias estão tratando o diabetes

Especialistas afirmam que a oferta de serviços para diabéticos não se limita à dispensação de medicamentos e, se bem promovida, pode impulsionar as receitas do varejo farmacêutico. Os números sobre a doença nos Estados Unidos ajudam a entender essa realidade.

De acordo com o Relatório Nacional de Estatísticas de Diabetes 2017 do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), 30,3 milhões de pessoas – ou 9,4% da população norte-americana – sofrem desse mal. Apesar da diminuição de novos casos entre adultos desde 2008, o número total de pacientes diagnosticados segue em alta. O CDC atribuiu o fato ao aumento de pessoas que convivem mais tempo com a doença, em razão do aprimoramento de programas de autogestão e serviços de saúde nas redes de farmácias.

As ações incluem aulas sobre o diabetes para seus clientes, além de serviços de monitoramento remoto para o envio de medições de glicose a um profissional em tempo real. Além disso, clientes com diabetes compram não apenas insulina, mas também outros produtos como alimentos de baixo índice glicêmico, suplementos nutricionais, meias, palmilhas e outros itens. Há oportunidades de marketing cruzado, porque suas cestas são tipicamente maiores do que a de outros consumidores que entram na loja.

Fonte: Drug Store News. Leia a reportagem original aqui.

Farmacêuticos no topo dos empregos com carteira

A era do emprego continua entre os farmacêuticos, que estão entre os três profissionais mais contratados com carteira assinada no Brasil. É o que apontou o levantamento do siteQuero Bolsa, baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, relativos aos primeiros quatro meses de 2018.

A análise levou em conta as ocupações que exigem cursos de nível superior. Com 14.341 empregos formais gerados no período, os farmacêuticos só foram superados pelos enfermeiros e analistas de desenvolvimento de sistemas. Dos 15 profissionais mais requisitados, seis estão relacionados à área da saúde – a lista reúne médicos clínicos (na 7ª colocação), nutricionistas (9ª), preparadores físicos (10ª) e fisioterapeutas (11ª).

O presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João, atribui o resultado a fatores como a Lei nº 13.021/14, que reclassificou as farmácias como unidades de assistência à saúde. “Na medida em que assume a sua autoridade técnica dentro da farmácia, o farmacêutico se torna mais valorizado e, consequentemente, mais necessário”, comenta.

O grande varejo, inclusive, tem sido um dos expoentes dessa valorização da profissão. De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que representa as 24 maiores empresas do setor, o número de farmacêuticos em atuação passou de 19.876 para 22.302 na comparação entre maio de 2017 e 2018 – um aumento de 12%. “O permanente crescimento em vendas nas redes incentiva a expansão geográfica e, aliado ao investimento em salas de assistência clínica, ajuda a explicar as contratações”, argumenta o presidente executivo Sergio Mena Barreto.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico