7 coisas que você pode fazer para reduzir o risco de ter Alzheimer

As pessoas estão vivendo mais, e esse envelhecimento da população está levando a um número crescente de pessoas doentes do mal de Alzheimer.

Esta é uma matéria que serve de alerta a todos nós.

Afinal de contas, quem não espera chegar à velhice com o máximo de saúde possível?

Infelizmente, vem aumentando o número de idosos que sofrem com demência, e as mulheres, dizem as estatísticas, são as maiores vítimas dessa triste realidade.

Os sintomas mais comuns são:

  • Perda de memória
  • Dificuldade de realizar atividades simples do dia a dia
  • Alteração da personalidade
  • Dificuldade de comunicação

O tipo mais comum de demência é o mal de Alzheimer, que provoca um declínio progressivo no cérebro.

É possível sofrer com esse mal antes da velhice, mas é raro.

Na grande maioria das vezes, a demência se desenvolve com o avanço da idade, e a genética influencia muito.

Não podemos evitar o envelhecimento nem mudar nosso DNA, mas um estilo de vida mais saudável pode reduzir o risco de demência.

Separamos algumas dicas para você.

Confira:

1. Faça atividades que estimulem seu cérebro

Estudar ajuda a manter o cérebro saudável.

Ler, escrever, calcular, jogar baralho, aprender novos idiomas, fazer cruzadinhas, são algumas das várias possibilidades para você desenvolver a mente.

Em qualquer idade, você pode começar a fazer isso, mas quanto mais cedo, melhor.

Outra boa dica é realizar atividades em grupo.

Há muitos jogos legais que estimulam a memória, a reflexão e o senso intuitivo.

Experimente!

2. Mantenha contato social

Nada mais saudável para o cérebro do que o convívio com pessoas.

Visite seus amigos e parentes, abrace, promova brincadeiras… definitivamente não fomos criados para a solidão.

Você não precisa ter um grande ciclo de amizade, o mais importante é o contato regular com pessoas que fazem bem.

3. Faça exames regularmente

Exames de rotina são muito importantes para que você possa diagnosticar, a tempo, certos problemas de saúde.

Faça isso com regularidade.

Quando uma pessoa sofre com doenças no coração, tem pressão alta, obesidade ou diabetes do tipo 2, por exemplo, ela tem mais risco de desenvolver demência na velhice.

Sabendo disso, se for o seu caso, você pode seguir uma rotina planejada para evitar esse declínio cognitivo.

Procure seu médico e siga estas dicas que estamos compartilhando.

4. Faça mais exercício

Atividade física também protege o cérebro.

Por isso, os sedentários têm maior chance de desenvolver demência.

Segundo estudos, devemos praticar pelo menos 150 minutos de atividades moderadas por semana.

Se seus exercícios tiverem alta intensidade, o tempo pode cair para 70 minutos semanais.

5. Não fume

Nem deveríamos precisar dizer que o tabagismo é prejudicial ao coração, não é verdade?

Há uma série de substâncias químicas altamente tóxicas nos cigarros.

Isso resulta em inflamações e alterações vasculares no cérebro.

Além do mais, causa danos irreversíveis às células.

Se você quer um bom motivo para parar de fumar, então fique com este: cigarro tem alta capacidade de provocar demência.

 6. Procure ajuda para combater a depressão

Depressão é a doença deste século.

E, para quem não sabe, ela tem forte influência na demência.

Entenda: altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, têm sido associados ao encolhimento das regiões do cérebro que são importantes para a memória.

Além disso, a doença vascular, que causa danos aos vasos sanguíneos, também foi observada tanto na depressão quanto na demência.

Um estudo realizado com mais de 10.000 pessoas descobriu que o risco de demência só aumentou entre os que tiveram depressão nos últimos dez anos.

Outros estudos mostraram que ter depressão antes dos 60 anos também aumenta o risco de declínio cognitivo.

Portanto, se você anda depressivo, procure ajuda de um profissional.

7. Cuide da dieta

Consuma menos açúcar e gordura saturada.

Alimentos açucarados, carboidratos refinados e alimentos gordurosos podem levar ao ganho de peso, colocando você sob o risco de ter problemas de saúde graves, como diabetes.

O diabetes está fortemente ligado ao mal de Alzheimer.

O ideal é seguir uma dieta rica em grãos integrais, legumes, nozes, legumes, especiarias, peixes gordurosos, azeite e outros alimentos ricos em gorduras ômega, com redução do consumo de carne vermelha, alimentos refinados e açúcar.

Em termos de suplementação, a vitamina B3 e B6 ajudam a formar neurotransmissores, por isso são importantes para o funcionamento saudável do sistema nervoso e do cérebro.

A vitamina D é um forte nutriente anti-inflamatório e imunológico, que pode ajudar a retardar o aparecimento e o desenvolvimento de demência.

E a vitamina E também pode ser considerada útil na prevenção de doenças demenciais, como a doença de Alzheimer.

Vale a pena também investir no consumo regular de chá preto, verde ou oolong.

De acordo com um estudo do Journal of Nutrition, Health & Ageing, isso está associado a um menor risco de demência.

Os cientistas acreditam que essa proteção vem dos compostos bioativos do chá – catequinas e teaflavinas -, que contêm potencial anti-inflamatório, antioxidante e outras propriedades protetoras do cérebro.

Cerca de 30% dos casos de demência poderiam ser evitados, se as pessoas seguissem as orientações acima.

A hora de fazermos alguma coisa em prol da saúde cerebral é agora, antes da doença.

É possível também que o distúrbio de sono e a má alimentação interfiram diretamente no bom funcionamento do cérebro, mas os estudiosos precisam de mais base científica para fazer suas considerações sobre o assunto.Até lá, sejamos responsáveis.

 

Fonte: Cura pela natureza

Noções de Primeiros Socorros para Farmacêuticos #2- Rubens W. Bressanim

Segunda parte do Projeto Cuidados de Primeiros Socorros para Farmacêuticos.

Nosso convidado especial e colaborador é: Rubens Wagner Bressanim Enfermeiro Intervencionista e Especialista em Educação em Saúde Coordenador Regional do SAMU – Base de Ivaiporã – PR . Assunto deste vídeo: XABCDE DO TRAUMA.

O QUE É TRAUMA?

No contexto da enfermagem, define-se o Trauma como um evento nocivo que advém da liberação de formas específicas de energia ou de barreiras físicas ao fluxo normal de energia.

VOCÊ CONHECE A HISTÓRIA DO XABCDE DO TRAUMA? 

Em 1976, ao sofrer um acidente com sua família, o cirurgião ortopédico Jim Styner pôde perceber as fragilidades dos cuidados em primeiros socorros de vítimas de traumas. Depois dessa experiência, o médico desenvolveu o protocolo ABCDE do trauma, que passou a ser empregado em diversas regiões do mundo a partir de 1978, sendo ministrado neste ano o primeiro curso sobre o tema.

A importância do método desenvolvido por Jim Styner não demorou a ser reconhecida pelas autoridades médicas, uma vez que só com esses cuidados é possível realmente estabilizar o paciente, deixando-o mais seguro para o transporte e para quaisquer outras intervenções que se façam necessárias.

Mudança (a entrada do X): 

O famoso mnemônico do trauma “abcde” ganhou na 9ª edição do PHTLS 2018, no capítulo 6 , mais uma letra. O “x’ de hemorragia exsanguinante ou seja hemorragia externa grave. Ainda não publicado oficialmente e não traduzido, mas já nos atualizamos.

O APH sofreu uma substancial alteração, dando mais ênfase às grandes hemorragias externas, antes mesmo do controle cervical ou da abertura das vias aéreas!

O QUE É O ABCDE DO TRAUMA?

O XABCDE é um mnemônico que padroniza o atendimento inicial ao paciente politraumatizado e define prioridades na abordagem ao trauma, no sentido de padronizar o atendimento. Ou seja, é uma forma rápida e fácil de memorizar todos os passos que devem ser seguidos com o paciente em politrauma.

Ele foi pensado para identificar lesões potencialmente fatais ao indivíduo, e é aplicável a todos as vítimas com quadro crítico, independentemente da idade. O protocolo tem como principal objetivo reduzir índices de mortalidade e morbidade em vítimas de qualquer tipo de trauma.

E como o método funciona? 

QUAIS CONDUTAS DE SEGURANÇA NA FASE PRÉ-HOSPITALAR?

Antes de iniciar a abordagem XABCDE ao paciente vítima de trauma é necessário atentar-se a itens essenciais para salvaguardar a vida da equipe, como: avaliação da segurança da cena segura, uso de EPI’s, sinalização da cena (Ex. dispor cones de isolamento na pista).

Significado das Letras ABCDE

(X) – Exsanguinação

Contenção de hemorragia externa grave, a abordagem a esta, deve ser antes mesmo do manejo das vias aérea uma vez que, epidemiologicamente, apesar da obstrução de vias aéreas ser responsável pelos óbitos em um curto período de tempo, o que mais mata no trauma são as hemorragias graves.

 (A) – Vias aéreas e proteção da coluna vertebral

No A, deve-se realizar a avaliação das vias aéreas. No atendimento pré-hospitalar, 66-85% das mortes evitáveis ocorrem por obstrução de vias aéreas. Para manutenção das vias aéreas  utiliza-se das técnicas: “chin lift”: elevação do queixo, uso de aspirador de ponta rígida, “jaw thrust”: anteriorização da mandíbula, cânula orofaríngea (Guedel).

No A também, realiza-se a proteção da coluna cervical. Em vítimas conscientes, a equipe de socorro deve se aproximar da vítima pela frente, para evitar que mova a cabeça para os lados durante o olhar, podendo causar lesões medulares.

A imobilização deve ser de toda a coluna, não se limitando a coluna cervical. Para isso, uma prancha rígida deve ser utilizada.

Considere uma lesão da coluna cervical em todo doente com traumatismos multissistêmicos!

(B) – Boa Ventilação e Respiração

No B, o socorrista deve analisar se a respiração está adequada. A frequência respiratória, inspeção dos movimentos torácicos, cianose, desvio de traqueia e observação da musculatura acessória são parâmetros analisados nessa fase.

Para tal, é necessário expor o tórax do paciente, realizar inspeção, palpação, ausculta e percussão. Verificar se a respiração é eficaz e se o paciente está bem oxigenado.

(C) – Circulação com Controle de Hemorragias

No C, a circulação e a pesquisa por hemorragia são os principais parâmetros de análise. A maioria das hemorragias é estancada pela compressão direta do foco. A Hemorragia é a principal causa de morte no trauma.

A diferença entre o “X” e o “C” é que o X se refere a hemorragias externas, grandes hemorragias. Já o “C” refere-se a hemorragias internas, onde deve-se investigar perdas de volume sanguíneo não visível, analisando os principais pontos de hemorragia interna no trauma (pelve, abdomem e membros inferiores), avaliando sinais clínicos de hemorragia como tempo de enchimento capilar lentificado, pele fria e pegajosa e comprometimento do nível e qualidade de consciência.

Classificando o Choque Hipovolêmico

QUAIS SOLUÇÕES EMPREGAR NA REPOSIÇÃO VOLÊMICA?

O Soro Ringer com Lactato é a solução isotônica de escolha, contudo, soluções cristaloides não repõem hemácias, portanto, não recupera a capacidade de carrear O2 ou as plaquetas necessárias no processo de coagulação e controle de hemorragias.

(D) – Disfunção Neurológica

No D, a análise do nível de consciência, tamanho e reatividade das pupilas, presença de hérnia cerebral, sinais de lateralização e o nível de lesão medular são medidas realizadas.

Nessa fase, o objetivo principal é minimizar as chances de lesão secundária pela manutenção da perfusão adequada do tecido cerebral. Importante aplicar a escala de goma de Glasgow atualizada.

(E) – Exposição Total do Paciente

No E, a análise da extensão das lesões e o controle do ambiente com prevenção da hipotermia são as principais medidas realizadas. O socorrista deve analisar sinais de trauma, sangramento, manchas na pele etc.
A parte do corpo que não está exposta pode esconder a lesão mais grave que acomete o paciente.

Fonte: Editora Sanar

Vacina contra dengue está em fase final de produção

Até solicitar o registro na Anvisa, são necessárias três etapas. Esse processo é importante para garantir segurança e eficácia da vacina

vacinadengueA Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 40% da população mundial está em risco de contrair o vírus da dengue: são cerca de 390 milhões de infecções por ano. Em 2019, foram registrados 1.281.759 casos prováveis de dengue no país.

A forma mais eficaz de evitar doenças infecciosas é a vacina. Por isso, o Ministério da Saúde apoia o Instituto Butantan no desenvolvimento de uma vacina contra a dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

“A vacina terá o potencial de proteger uma quantidade cada vez maior de pessoas com apenas uma dose”, explica o diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância do Instituto Butantan, Alexander Precioso.

Para garantir segurança e eficácia aos usuários, o processo de desenvolvimento de uma vacina é complexo e passa por diversas etapas, podendo durar anos. Contra a dengue, são necessárias três fases, antes de pedir o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com diretor, o estudo para produção da vacina contra a dengue já está na terceira etapa, que é a fase clínica. “A terceira é a última fase antes de você pedir o registro sanitário, caso se comprove que a vacina protege por aquilo que ela se propõe. Estamos nessa última fase, a qual demostrará a eficácia (proteção) de uma dose da vacina em voluntários de 2 a 59 anos de idade, contra os 4 sorotipos dos vírus da dengue”, explica o diretor.

O desenvolvimento da vacina contra dengue começou em 2009, quando o Butantan conseguiu licença para pesquisar os quatro vírus da dengue. Segundo o diretor, os estudos começaram em conjunto com a instituição pública de pesquisa em Saúde dos Estados Unidos – National Institutes of Health (NIH – Instituto Nacional de Saúde), onde eles já haviam conseguido uma boa resposta no organismo humano. “Nós iniciamos um estudo a partir da fase dois, que combinava algumas características importantes de fase um, para dar continuidade na análise da vacina”, conta Precioso.

Atualmente o estudo conta com 17 mil voluntários, nas cinco regiões do Brasil. A expectativa é que essa vacina possa ser indicada tanto para pessoas que já foram infectadas por um dos quatro subtipos da dengue, quanto para aquelas que nunca tiveram a doença.

Fases

Na primeira fase a vacina é testada em um número relativamente pequeno de pessoas, de cinquenta a cem participantes. Nessa fase, o objetivo principal é avaliar a segurança da vacina que está sendo estudada.

Na segunda fase, o número de pessoas é maior do que cem, quando se dá continuidade ao monitorando do perfil de segurança do produto, mas também é feita uma análise do ponto de vista imunológico. Ou seja, é avaliado como a vacina estimula o sistema imunológico na proteção contra o organismo que causa a doença, como o vírus da dengue.

Já na terceira fase, etapa em que se encontra a vacina contra dengue produzida pelo Instituto Butantan, é possível efetivamente demonstrar a eficácia da vacina, ou seja, se a vacina realmente protege ou não. Mas continua o monitoramento da segurança do produto. “O objetivo final, que é a proteção da vacina, é visto na terceira fase, se a reposta imunológica gerada é capaz de imunizar contra os quatro vírus da dengue”, esclarece o diretor.

Todas as informações são analisadas criteriosamente e é importante saber que essas etapas envolvem uma série de fatores, como a incidência da doença, objetivos que se quer alcançar, se está apta ou não. Em todos os casos, os voluntários são comunicados do que está sendo analisado e feito.

Quando acabada a terceira fase, o resultado dos estudos trará os dados de segurança e os dados de proteção da vacina. A partir disso será feita uma análise clínica e enviado um dossiê para a aprovação do produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Então, não é só a parte clínica que é levada em consideração, mas aí entram dados de produção, de controle de qualidade e tudo o que foi feito durante esse processo”, conta Alexander.

Voluntários

A vacina está sendo testada em pessoas saudáveis que são acompanhadas por cinco anos. “Elas retornam para avaliações médicas, para a coleta de sangue para fazer avaliação imunológica, tudo de acordo com um protocolo clínico que varia de estudo para estudo e de vacina para vacina”, revela Precioso.

Vacina no SUS

Fazer com que a oferta de tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) se torne mais eficiente e possa atender de forma segura e eficaz é o principal objetivo da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec).

E a avaliação de novas vacinas antes que cheguem à população, também é competência da Conitec. Desde a criação do órgão, em 2011, a comissão realizou 57 reuniões, de onde surgiu a aprovação de cinco novas vacinas: Vacina Adsorvida Hepatite A (inativada), Vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubeola e varicela), Vacina contra HPV, Vacina contra influenza e a Vacina adsorvida difteria, tétano e coqueluche.

As decisões da Comissão são baseadas em evidências científicas de eficácia, efetividade e segurança, assim como as avaliações econômicas e de impacto orçamentário. Os debates a respeito da incorporação de novas vacinas – assim como de novos tratamentos – são realizados em reuniões que têm o prazo de 180 dias para a tomada de decisão, a partir da solicitação de incorporação no SUS.

Fonte: Blog da Saúde

Exercícios físicos garantem qualidade de vida a idosos

idososativosA Organização Mundial da Saúde estima que, em 2050, a população mundial com idade superior a 60 anos chegue a 2 bilhões. Isso representa um quinto da população mundial! Com o aumento da estimativa de vida vem um grande desafio: como envelhecer saudável?

Além de uma alimentação adequada para a faixa etária, ter uma rotina de exercícios impacta no bom funcionamento do organismo. A prática de atividade física na terceira idade é importante para reduzir os danos causados pelo tempo, como o enfraquecimento dos músculos, perda de equilíbrio, perda de agilidade e flexibilidade e de resistência muscular. “O exercício físico com orientação de um educador físico para essa idade faz com que essas capacidades físicas melhorem para que eles venham a ter uma qualidade de vida melhor”, explica o profissional de educação física, Ayslan de Araújo, do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe e vinculado à Rede Ebserh.

E com todas essas alterações físicas devido à idade, os idosos sofrem bastante, principalmente quando se trata do seu nível de autonomia e da independência, o que pode implicar em dificuldades na realização de atividades da vida diária, levando a total incapacidade funcional. “Esse indivíduo vai treinar para melhorar as capacidades físicas, seu desempenho no sexo, no trabalho, nas atividades que ele gosta de fazer, na prática do lazer e nos afazeres diários como pegar objetos e atividades em casa”, comenta Ayslan.

Segundo o educador físico, os idosos devem escolher como atividade física uma caminhada, subir e descer escada ou exercícios com a supervisão de um profissional. “O exercício físico independente da condição do indivíduo, seja ele saudável ou com um tipo de doença associada. É importante ter orientação de um profissional da área sempre, mas na terceira idade, esse acompanhamento se torna muito mais importante devido a capacidade física dessa faixa etária”, ressalta Ayslan.

Além disso, nessa idade, muitas pessoas sentem a necessidade de um convívio com mais pessoas, e a prática do exercício físico pode muito bem ser um dos melhores remédios contra a depressão e outras doenças. “É justamente nesses momentos que podemos oferecer os benefícios sociais envolvendo exercícios em grupos, com atividades lúdicas para que eles não se sintam excluídos socialmente. Além disso, a prática regular de uma atividade física produz endorfinas, serotonina, hormônios proporcionam a sensação de bem-estar”, comenta.

Prevenção de doenças

Como envelhecer é um processo que ocorre aos poucos, quanto mais cuidar da saúde física e mental, menores serão as chances de ter doenças crônicas, aquelas doenças que necessitam de um acompanhamento por maior tempo, como diabetes, hipertensão, entre outras. “O exercício físico na terceira idade ajuda a prevenir e a combater essas doenças e evitar doenças do coração”, conta o profissinal.

A recomendação da OMS é que a partir dos 65 anos, seja uma atividade física moderada, de preferência em grupo, no mínimo três dias por semana e em intensidade que varia de acordo com as condições de saúde e de mobilidade de cada pessoa. De forma geral, por semana, são suficientes 150 minutos de atividade moderada ou 75 minutos de atividade intensa. Para todas as idades, vale a lembrança de que o aumento do tempo de atividade física potencializa os resultados.

Fonte: Blog da Saúde 

Eleições CRF-PR 2019 – Alex Sandro Alves

  • QUEM SOU EU?

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Paranaense, natural de Jardim Alegre, resido em Ivaiporã onde trabalho como Farmacêutico em Hemoterapia na Agência Transfusional vinculada ao Governo do Estado.

Também já atuei como Agente Comunitário de Saúde, Operador de Caixa, Balconista e Sócio de Drogaria privada, e durante 10 anos em farmácia comunitária na qual fui RT Especialista em Farmacologia Clínica e Prescrição Farmacêutica.

Já fui colunista em um jornal e numa revista de distribuição regional e até os dias atuais mantenho atualizado meu Blog e Canal de Vídeos no Youtube, onde falo sobre saúde, medicamentos além de entrevistas.

  • DE ONDE SURGIU O INTERESSE POR FARMÁCIA?

As circunstâncias me levaram a profissão. Já na primeira graduação em Ciências Biológicas trabalhava como Agente Comunitário de Saúde em minha cidade natal e sempre gostei de ministrar para a população atendida palestras sobre saúde, bem estar e uso racional de medicamentos, na mesma época tive um espaço chamado de ‘Em Prol da Saúde Comunitária’ em um Jornal de distribuição regional e cresceu em mim a vocação de multiplicador de informação e os primeiros passos de como cuidar de gente.

Anos depois meu irmão comprou uma pequena rede de drogarias onde trabalhei e incentivado por amigos e familiares iniciei em 2006 a graduação em farmácia o que mudou toda a minha vida.

  • NO QUE CONSISTE SUA ROTINA?

Mesmo antes do meu emprego atual no serviço público estadual, sempre acordei cedo e fiz mais do que a minha profissão exigia, acumulei funções muitas vezes não remuneradas e sempre procurei ser mais do que um dispensador de receitas e orientava os clientes dentro e fora da drogaria na qual utilizava um espaço ‘Saúde em Foco’ em uma revista de distribuição no Vale do Ivaí.

Atualmente como servidor público divido meu tempo nas rotinas da Agência Transfusional no laboratório, no atendimento ao público e nos assuntos documentais, escritório da unidade e logísticos. Quando não estou de plantão dedico minhas folgas a atualizar meu blog e canal de vídeos, além de me atualizar.

  • POR QUE QUIS CONCORRER AO CARGO DE CONSELHEIRO REGIONAL?

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Durante todos estes anos muitos colegas de profissão me confidenciaram seus problemas e sempre procurei auxilia-los me colocando como intermediário em muitas questões na qual buscava a solução e repassava.

Sempre fui assim, e como conselheiro isto apenas vai ser formalizado e ampliado.

“Quando você tem um dom e não o utiliza para o bem comum, coisas ruins podem acontecer… Acredito que como Conselheiro eu possa ser Útil a Nossa Categoria”.

  • QUAL O SEU OBJETIVO?

Minha vida e obra ter impactos na profissão farmacêutica, desejo que meus contemporâneos e novas gerações de colegas sintam orgulho de serem e permanecerem com um número de CRF ativo, sobretudo no Paraná. Espero que como conselheiro eu possa iniciar este objetivo!

  • POR QUE ESCOLHER VOCÊ?

Sou defensor e apaixonado pela profissão.

Sou proativo e humilde para saber de minhas limitações e com vontade de reaprender e perguntar a quem sabe para depois ajudar a quem precise.

“É incrível o que se consegue fazer quando você não se importa com quem vai levar os créditos”.

Eu simplesmente me cerco de pessoas mais inteligentes e talentosas que eu, aprendo com elas e multiplico o conhecimento. Tudo que for bom para a nossa categoria irei defender, o que for ruim vou me opor!

  • QUAL É A SUA VISÃO SOBRE O CENÁRIO ATUAL DOS FARMACÊUTICOS?

“Devemos ser o ‘Doutor’ do Paciente e não somente do ‘Medicamento’!”

Estamos no momento de recomeço e necessidade de reinventar a farmácia. Temos que voltar como profissão, as nossas raízes, que era de cuidar de gente e gostar de gente, ou seja, ser um profissional da saúde, além de técnico, humanizado.

Outros locais do mundo mudaram o foco da profissão, voltando às suas origens e por isso são vistos, se veem e agem como profissionais da saúde.

No Brasil é uma necessidade reinventar a categoria evitando que nossa profissão seja desnecessária e até substituível. Precisamos Ressignificar a Carreira!

  • PARA VOCÊ, O QUE SIGNIFICA O MOVIMENTO HUMANIZAÇÃO?

 

Posso responder isso com a seguinte frase:

Um farmacêutico não é só um farmacêutico.

Ele é o amor de alguém.

O pai de alguém.

A mãe de alguém.

O filho de alguém.

O melhor amigo de alguém.

O amor da vida de alguém.

 

Por um Conselho Regional Humanizado

Nossa Missão é a todo

Instante, cuidar e fazer de tudo

Pelo amor da vida de alguém!

 

Por isso eu sou do Movimento

Humanização!

cats

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Colesterol: o consumo em excesso é o que faz mal à saúde

colesterolVisto como “vilão” e muitas vezes eliminado pelas dietas mais radicais, o que poucos sabem é que o colesterol é essencial para o nosso organismo, pois ele tem funções eficazes. “O colesterol é importante, por exemplo, na formação dos hormônios sexuais, ele é fundamental na constituição do nosso sistema nervoso central, na formação dos neurônios. Só que o colesterol em excesso, é também responsável por uma série de doenças, principalmente as cardiovasculares”, explica André Telis, médico cardiologista do Hospital Universitário da Universidade Federal da Paraíba e vinculado à Rede Ebserh.

Mas o que é colesterol? É considerado um tipo de gordura (lipídio) produzido pelo organismo, que desempenha funções essenciais como a produção de hormônio.

Nosso sangue transporta colesterol de duas formas básicas: o LDL, Lipoproteinas de Baixa Densidade que é responsável pelo transporte de colesterol, produzido pelo fígado, para as células, onde serão utilizadas. É conhecido como ruim por entrar nas artérias e provocar o entupimento. Se existir excesso de LDL na circulação, sem aproveitamento pelas células, aumenta o risco de aterosclerose (entupimento das artérias pela gordura). Por isso o LDL é chamado de “mau” colesterol.

Já o HDL, Lipoproteinas de Alta Densidade (HDL), é conhecido como bom, porque retira o excesso de colesterol das artérias, impedindo seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura. É responsável por retirar o excesso de colesterol da circulação, levando de volta para o fígado. Por essa função, ele é considerado como “bom” colesterol.

Um dos motivos da alteração dos níveis de colesterol é o consumo excessivo de gordura saturadas e gordura trans, presentes em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, derivados do leite, além de produtos ultraprocessados como biscoitos, margarina, salgadinhos de pacote, comidas congeladas, bolos prontos e sorvete.

Mesmo quem não costuma comer muitos alimentos industrializados e gordurosos pode ter problemas com o colesterol. Além desses fatores, a hereditariedade pode determinar um colesterol alto mesmo em pessoas de hábitos saudáveis.

Para manter o colesterol controlado e a saúde em dia, faça exames regulares, mantenha uma alimentação adequada e saudável e pratique exercícios físicos.

O controle e tratamento das DCV e seus fatores de risco envolvem, além da prescrição de medicamentos, mudanças no estilo de vida, como a prática de atividade física e a adoção de uma alimentação adequada e saudável, baseada na ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados.

Orientação alimentar

No Dia Nacional do Combate ao colesterol, o Ministério da Saúde lembra que disponibiliza a publicação: Alimentação Cardioprotetora: Manual de orientações para profissionais de saúde da Atenção Básica ou Dica BR.

A publicação orienta e apoia a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros, além de colaborar com os profissionais de saúde na orientação da alimentação de indivíduos portadores de fatores de risco cardiovasculares.
Também está em sintonia com as recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira, incluindo em suas orientações apenas alimentos in natura, minimamente processados e processados.

A Dia BR pode ser feita por qualquer pessoa, mas é indicada especialmente para indivíduos com excesso de peso ou obesidade; pressão alta; diabetes; colesterol alto; triglicérides alto; histórico de infarto e cirurgia do coração (pontes safena ou mamária); histórico de derrame cerebral (AVC).

Fonte: Blog da Saúde