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6 programas de saúde pública do Brasil que são referência no mundo

O que a palavra SUS representa para você? É muito comum relacionar o Sistema Único de Saúde a filas ou a falta de medicamentos e de médicos. Mas o que muitos não sabem é que, apesar de ter problemas (que não são poucos), há programas da saúde pública brasileira considerados referência internacional.

Conheça seis deles que, segundos os especialistas consultados pelo UOL, são vistos com bons olhos tanto pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela OMS (Organização Mundial da Saúde), além de serem apontados recorrentemente como exemplos em congressos internacionais.

1. Saúde da Família  Pablo Jacob/Agência O Globo

Com foco na atenção básica, o programa brasileiro foi eleito pela OMS (Organização Mundial da Saúde) um dos 10 melhores do mundo ao lado de iniciativas norte-americanas, inglesas, nórdicas e japonesas. “É o nosso grande astro”, afirma Marco Akerman, professor do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública USP (Universidade de São Paulo).

Segundo o pesquisador da USP, o Saúde da Família se destaca tanto pelo tamanho de sua cobertura, bem como pela sua eficiência no controle da mortalidade infantil e da hospitalização por doenças crônicas (hipertensão e diabetes).

Implementado em 1994, o programa atende 123 milhões de pessoas em quase todos os municípios, segundo o Ministério da Saúde. Ao contrário do modelo de atendimento emergencial ao doente, a estratégia valoriza as ações de acompanhamento da saúde.

Ligada a uma Unidade Básica de Saúde, a equipe multifuncional (que inclui médico, enfermeira, auxiliares e, em alguns casos, dentista e nutricionista) é responsável por conhecer a realidade das famílias locais, identificar os problemas de saúde mais comuns e acompanhar o tratamento.

“Ações com impactos diretos e expressivos no controle da mortalidade infantil”, enfatiza Akerman. Em 1990, segundo a ONU (Organização das Nações Unidos), o país registrava 60,8 mortes a cada mil nascidos vivos, contra 16,4 mortes a cada mil nascidos vivos, em 2015. O número representa uma queda de 73%. Diversos estudos também associam o Saúde da Família à redução das taxas à queda das internações por condições sensíveis à atenção primária, tais como a diabetes e hipertensão.

O programa, no entanto, não está livre de problemas. Além de não atender a toda a população, o professor da USP aponta que a reformulação da PNAB (Política Nacional de Atenção Básica) ameaçou a estratégia por flexibilização a adesão das cidades. “O que deixou o ESF à mercê da vontade política dos municípios.”

Em São Paulo, o Saúde da Família só alcança 35% da população. No Rio, a estratégia que tinha boa cobertura sofre agora com a falta de médicos.

2. Programa de vacinação  Getty Images

Desde 1973, o Programa Nacional de Imunização garante o acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela OMS. “Foi o que garantiu a erradicação de doenças como varíola e poliomielite(paralisia infantil), bem como o controle de doenças como sarampo e, mais recentemente, febre amarela”, aponta Eugênio Vilaça Mendes, consultor em saúde pública, que já atuou na área de Desenvolvimento de Sistemas e Serviços de Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde. Segundo ele, nesse contexto, o Brasil é recorrentemente usado como exemplo em congressos internacionais.

Segundo o Ministério da Saúde, o último caso de varíola notificado no Brasil foi em 1971. Já a poliomielite foi extinta no país em 1989, ano em que o último caso da doença foi registrado.

O calendário inclui as vacinas infantis, que vão de BCG (contra tuberculose) até rotavírus (contra diarreia grave), além das campanhas voltadas aos adolescentes [vacina contra HPV] e aos idosos [vacina contra gripe]. “Ainda que não inclua todas as vacinas disponíveis no sistema privado, essa disparidade não representa um risco à saúde da população”, garante Akerman.

3. Controle de HIV/Aids  Thinkstock

Para conter a epidemia de Aids, o Brasil, diferentemente de muitos países, preferiu atuar na prevenção e também custear todo o tratamento. Desde 1996, o país garante acesso universal e gratuito aos antirretrovirais, que aumentou significativamente a sobrevida dos pacientes. Nos últimos 21 anos, a mortalidade de pessoas com HIV/Aids no país caiu 46%. Segundo o Ministério da Saúde, a taxa caiu de 9,7 óbitos por 100 mil habitantes, em 1995, para 5,2 óbitos por 100 mil habitantes em 2016.

“O país conseguiu combinar a abordagem preventiva e curativa para controlar a epidemia que seguia um padrão de crescimento similar ao da África”, afirma Gastão Wagner de Sousa Campos, presidente Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), que aponta que cerca de 90% dos brasileiros que convivem com a infecção se tratam gratuitamente pelo SUS.

E o Brasil se destaca não só pelo tratamento, mas também pela agilidade no diagnóstico. Em 2014, o paciente iniciava o tratamento com, em média, 101 dias após o diagnóstico. Hoje são, no máximo, 41 dias, de acordo com dados do Ministério da Saúde. O problema, como aponta Akerman, está na distribuição desses remédios nas zonas rurais ou mais afastadas dos grandes centros. “Mas, de uma maneira geral, a distribuição é razoável.”

4. Transplantes  iStock

O Brasil é o país com o maior sistema público de transplantes do mundo, segundo o consultor em saúde pública Eugênio Vilaça Mendes. De acordo com ele, cerca de 90% das cirurgias são feitas com recursos públicos.

Em 2017, o SUS realizou 26.329 transplantes a um custo de R$ 1 bilhão, como aponta o Ministério da Saúde. O índice é 5,5% maior do que no ano anterior, quando foram registrados 24.958 transplantes.

“O SUS oferece assistência integral ao paciente transplantado, desde os exames preparatório até os medicamentos pós-transplantes que acompanham o paciente pela vida toda”, acrescenta o consultor, que também ressalta o fato de o Brasil adotar a lista de espera única, ordenada por critérios de urgência. “Não havendo diferenças entre ricos e pobres, negros ou brancos.”

A lista de espera, em 2017, era composta por 32.402 adultos e 1.039 crianças. O rim é o órgão mais disputado (21.059 adultos e 418 crianças), seguido da córnea (9.266 adultos e 367 crianças), do fígado (1.101 adultos e 191 crianças) e do coração (255 adultos e 41 crianças). Nos 30.764 pacientes que ingressaram na lista de espera no ano passado, 1.895 morreram antes de receberem o novo órgão.

5. Tratamento contra Hepatite C  iStock

Ainda que caro, o Brasil oferece atualmente um dos melhores tratamentos do mundo para os seis genótipos da hepatite C e, desde julho de 2017, os medicamentos sofosbuvir, daclatasvir ou simeprevir, com eficiência de cura de cerca de 90%, estarão disponíveis nas unidades básicas de saúde. O uso dos remédios por cerca de três meses pode custar até R$ 184 mil por paciente.

Com a meta de eliminar a doença até 2030, o Ministério da Saúde ampliou em março deste ano o tratamento gratuito a todos os pacientes, independentemente do dano no fígado. Até então, o atendimento era destinado prioritariamente àquelas pessoas com um nível de comprometimento no fígado F3 e F4 –em uma escala que varia de F0 a F4.

“O Brasil é um dos únicos países a garantir à população o acesso a medicamentos de alto custo como esses”, ressalta Mendes, que destaca que com os valores desses remédios “até o rico vira pobre”. “Uma política de equidade e de grande êxito, já que estudos mostram que a maior causa da falência das famílias americanas, por exemplo, é a doença.”

A distribuição de medicamentos pelo SUS, incluindo os mais baratos, foi o segundo serviço mais bem avaliado pelos brasileiros em consulta do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre a qualidade da saúde pública em 2013 (ano mais recente da pesquisa). Na ocasião, 69,6% dos entrevistados classificaram a entrega de remédios como “boa” ou “muito boa”.

6. Controle do tabagismo  Getty Images

“O Brasil desenvolveu o melhor programa de tabagismo do mundo”, salienta o consultor Eugênio Vilaça Mendes, que diz que os nossos avanços no tema são bem mais expressivos do que o de países ricos.

Redução atribuída por Mendes a uma política de controle concentrada em três principais pontos: a proibição das propagandas de tabaco, às restrições de uso em certos ambientes e ao tratamento gratuito para quem deseja para de fumar.

Em 2016, segundo o Ministério da Saúde, 10,1% dos brasileiros acima de 18 anos ainda mantinham o hábito de fumar –o índice era maior entre os homens (13,2%) do que entre as mulheres (7,5%). A frequência de fumantes era menor entre os adultos com 65 anos e mais (7,3%). Já as faixas etárias de 18 a 24 anos (8,5%) e 35 a 44 anos (11,7%) apresentaram um pequeno aumento em relação ao ano anterior, quando foram registrados 7,4% e 10%, respectivamente.

Os números representam uma queda de 36% no percentual de fumantes no período de 2006 a 2017. Redução que foi destaca inclusive por um estudo financiado pela Bill & Melinda Gates Foundation e pela Bloomberg Philanthropies, que apontou o Brasil como “uma história de sucesso digna de nota.”

Fonte: BOL

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Uso de opiáceos no Brasil dispara mais de 400%

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A epidemia de opiáceos — medicamentos usados para conter dores agudas — é uma realidade que já acometeu a Europa e, atualmente, preocupa autoridades americanas. Mas, no Brasil, o uso dessas substâncias não tinha chamado a atenção até ontem, quando uma pesquisa revelou o aumento de 465% nas prescrições desses compostos entre 2009 e 2015, conforme antecipou a coluna de Ancelmo Gois no GLOBO.

Entre as hipóteses elencadas por especialistas para explicar o crescimento significativo estão a eficácia dos tratamentos oncológicos, a ineficiência para suspender a medicação de pacientes que recebem alta, e a falta de critérios para prescrever a substância. Esses remédios, muitas vezes, também são utilizados para tratar dores de coluna, enxaqueca, entre outras. Mas, além de causar dependência, o abuso da droga pode levar à morte.

De acordo com o estudo, liderado por Francisco Inácio Bastos, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o número de vendas de opiáceos no Brasil, em farmácias registradas, em 2009, era de 1.601.043; em 2015, a marca chegou a 9.045.945. Os dados foram fornecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A venda desses analgésicos no Brasil é condicionada à apresentação de receita médica, e as substâncias também podem ser ministradas em ambientes hospitalares.

O levantamento mostra que a prescrição de codeína, que serve para o tratamento de dores moderadas, é a mais comum no Brasil, correspondendo a cerca de 98% dos registros pela Anvisa. Essa também foi a droga que apresentou maior aumento absoluto no número de receitas (veja o gráfico ao lado). Também foi registrado o uso de oxicodona e fentanil.

COMÉRCIO ILEGAL

Os pesquisadores chamam a atenção para a necessidade de acompanhar também o uso dessas drogas sem prescrição médica, potencializado, sobretudo, pela internet.

— Não acho que vá ser um problema a curto prazo, mas temos que ficar alertas em relação à prescrição, ela tem que ser criteriosa. Além disso, é preciso ficar atento em relação à comercialização ilegal na internet — destaca Bastos.

O pesquisador explica que o aumento nas receitas, por um lado, é fruto de mudanças positivas, como a evolução dos tratamentos de câncer, que faz com que os pacientes vivam mais, gerando maior demanda por medicamentos que minimizem dores. O que também se aplica às enfermidades reumáticas, como o lúpus. Por outro lado, porém, evidencia algumas falhas do sistema de saúde.

— Há uma dificuldade em fazer o “desmame” do medicamento em pessoas que passaram por uma hospitalização e receberam alta. A retirada mal conduzida do medicamento acaba gerando dependência — diz.

Para Ilona Szabó, diretora do Instituto Igarapé — que organizou o evento “Precisamos falar sobre drogas: prevenção para crianças e adolescentes”, onde a pesquisa foi apresentada, ontem, no Rio —, é preciso trabalhar desde já para evitar que o quadro chegue a uma situação crítica como acontece nos EUA, onde Donald Trump decretou o uso de opiáceos uma emergência de saúde pública.

— Quando se fala em drogas, só se pensa na droga ilícita, mas, nos Estados Unidos, por exemplo, o maior número de overdoses é por drogas prescritas. Precisamos acompanhar a evolução do consumo e entender o perfil dos usuários para evitar um problema maior no futuro. No Brasil, atacamos o problema apenas quando ele está num nível mais grave, seja no âmbito da saúde ou da segurança pública. Mas, se não tivermos capacidade de olhar para a prevenção, não vamos parar de enxugar gelo.

Fonte: O Globo

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Alzheimer: remédio em formato de adesivo chega ao SUS

O medicamento na forma de adesivo tem menos efeitos colaterais.

Sistema Único de Saúde (SUS) já está disponibilizando um adesivo transdérmico de rivastigmina, medicação utilizada para o tratamento do Alzheimer. Com o nome comercial Exelon Patch, o adesivo pode ser colocado em oito regiões da pele, permitindo a absorção do remédio ao longo do dia. Esse é o único remédio para o Alzheimer disponível em formato transdérmico.

Apesar de ter outras duas versões – em cápsula e solução oral –, em forma de adesivo, o medicamento diminui a possibilidade de efeitos colaterais que podem afetar o sistema digestivo, como náusea e vômito, se comparado às opções orais. A administração através da pele ainda garante que a dose diária seja aplicada corretamente, facilitando a tarefa dos familiares ao cuidar do paciente. Como o Alzheimer não tem cura, o remédio terá de ser utilizado até o fim da vida para minimizar os sintomas, por isso a versão transdérmica oferece maior comodidade.

No Brasil, além da rivastigmina, existem outras três medicações disponíveis para o tratamento do Alzheimer nas farmácias e na rede pública de saúde: donepezilagalantamina e memantina, que foi integrada ao SUS no ano passado. Com exceção da última, todas as outras podem ser utilizados na fase inicial da doença.

Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a diminuição das funções cognitivas uma vez que as células cerebrais degeneram e morrem, causando declínio constante na função mental. Os principais sintomas da doença são: dificuldade de memória (especialmente de acontecimentos recentes), discurso vago durante as conversações, demora em atividades rotineiras, esquecimento de pessoas e lugares conhecidos, deterioração de competências sociais e imprevisibilidade emocional.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), essa doença é responsável por 60% a 70% dos casos de demência – grupo de distúrbios cerebrais que causam a perda de habilidades intelectuais e sociais.  Estima-se que 47 milhões de pessoas sofram de demência no mundo, sendo registrados 10 milhões de novos casos anualmente. No Brasil, o Alzheimer está entre as dez maiores causas de morte e é um problema que afeta 1,2 milhão de pessoas.

Por ser uma doença incurável, o diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença já que o tratamento ajuda a impedir o seu avanço e amenizar os sintomas.

Funcionamento da medicação

A substância ativa do Exelon Patch é a rivastigmina, que atua no aumento da quantidade de acetilcolina no cérebro, molécula neurotransmissora necessária para o bom funcionamento cognitivo. Na forma de adesivo, essa medicação possui três tamanhos: 5, 10 e 15 cm², embora apenas as duas primeiras estejam disponíveis para distribuição no SUS.

Essa diferença de tamanho/dosagem é necessária para preparar o corpo do paciente para o recebimento da quantidade mais alta do remédio – considerada a mais eficiente na redução dos sintomas -, além de minimizar qualquer possível efeito colateral. Entre as reações adversas mais comuns, que atingem mais de 10% dos pacientes, estão: perda de apetite, dificuldade para dormir, incontinência urinária, reações na pele na área de aplicação, sangue no vômito ou nas fezes, desconfortos estomacais após as refeições, entre outros.

Segundo Rodrigo Rizek Schultz, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ), a principal vantagem do adesivo é a entrega da substância ao longo do dia, geralmente mantendo o mesmo nível da rivastigmina no organismo durante todo o período de uso. “Quando via transdérmica, os produtos são liberados ao longo de 24 horas, evitando os picos de medicação, como acontece com os comprimidos, por exemplo, que quando são ingeridos entregam doses altas, que vão caindo ao longo do dia, sendo necessário fazer a reposição”, explicou. Nas versões orais, o Exelon deve ser tomado duas vezes ao dia.

Ele ainda comentou que pessoas idosas costumam utilizar muitas medicações orais, portanto, o Exelon Patch oferece uma alternativa para o paciente, diminuindo a quantidade de comprimidos ingeridos.

Aplicação

Segundo a indicação da bula, o Exelon Patch deve ser trocado a cada 24 horas e pode ser colocado em oito regiões do corpo:

  • Parte superior dos braços esquerdo ou direito;
  • Lado direito ou esquerdo do peito;
  • Parte superior das costas, do lado esquerdo ou direito; e
  • Parte inferior das costas, do lado esquerdo ou direito.

Especialistas recomendam que o adesivo seja colocado em regiões diferentes a cada nova troca – como um tipo de ‘rodízio’ -, garantindo descanso para a pele. Outra orientação é que antes da aplicação a pele esteja limpa, seca e sem pelos, além de estar livre de hidratantes ou loções que possam interferir na aderência. Regiões da pele que tenham cortes, erupções ou irritações devem ser evitadas.

O adesivo pode ser utilizado no banho, na piscina ou na praia, mas é necessário certificar-se de que ele não tenha descolado depois. Caso isso aconteça, um novo deve ser aplicado para o restante do dia e trocado no dia seguinte, conforme o esquema habitual adotado.

Fonte: Revista Veja

 

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Anvisa determina retirada de inibidor de apetite em todo o país

Produto utiliza uma fruta exótica para a perda de peso.

A Agência Nacional de Vigiância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, a distribuição, a divulgação, a comercialização e o uso do Garcínia Cambogia, da marca Fruta Planta Life, importado pela empresa Life Import Ltda. Vendido como inibidor natural de apetite, o produto foi suspenso por falta de registro no órgão regulador. A determinação vale para todo o território nacional.

A Resolução 1.550, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, dia 15, determinou, ainda, a apreensão e a inutilização das unidades do produto que estejam disponíveis nos pontos de venda de todo o país.

A garcinia cambogia — cujo nome serviu de inspiração para o produto — é uma fruta exótica utilizada como medicamento fitoterápico para a perda de peso.

O produto da Fruta Planta Life é vendido em cápsulas. Na loja virtual da marca, a versão premium ainda aparece vendida por R$ 300.

Fonte: IBahia

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Pílula barata para diabetes pode prevenir infartes e derrames

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Pílulas pra diabetes que custam menos de 5 reais – podem prevenir milhares de ataques cardíacos e derrames todos os anos, de acordo com uma nova pesquisa feita na Europa. Dois estudos britânicos descobriram que pessoas que tomam a droga metformina, também vendida no Brasil, tiveram pressão arterial mais baixa, perderam peso e viram o aumento do coração ser revertido.

Os cientistas acreditam que a prescrição poderia reduzir o número de pessoas que morrem de ataque cardíaco, derrame, ou insuficiência cardíaca. Eles descobriram que a metformina, que é comumente prescrita para diabetes tipo 2, pode reverter o espessamento prejudicial do ventrículo esquerdo, a principal câmara de bombeamento do coração. Depois de tomar diariamente por um ano, o espessamento foi reduzido em duas vezes mais naqueles que tomam metformina em comparação com aqueles que tomam um placebo.

Pacientes que tomaram metformina também tiveram redução da pressão arterial e perderam uma média 3 kg, em comparação a nenhuma perda de peso no outro grupo.

Fonte: 94 FM

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O papel do contraceptivo oral na menstruação

Muito além de evitar uma gravidez não planejada, os anticoncepcionais orais auxiliam as mulheres a lidar melhor com o seu ciclo menstrual.

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A menstruação faz parte da vida das mulheres a partir da adolescência até os 50 anos de idade, em média. Entretanto, diferentemente do que ocorria em décadas passadas, quando o ciclo menstrual começava mais tarde e as mulheres engravidavam com mais frequência, a mulher moderna, além de apresentar a menarca mais cedo, tem menos filhos, o que resulta em um tempo maior de convívio com a menstruação e alguns dos seus sintomas mais incômodos, como a TPM e as cólicas.

Pesquisa recente feita pelo Datafolha em conjunto com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) com mulheres de 18 a 35 anos de idade de oito capitais brasileiras mostrou que a maioria das entrevistadas não gosta de menstruar. “Mesmo sendo natural, a menstruação nem sempre se apresenta de forma simples para todas as jovens. Os sintomas que a acompanham podem prejudicar a qualidade de vida, tornando o processo muito incômodo” explica Dr. José Bento, ginecologista e obstetra dos hospitais São Luiz e Albert Einstein.

Dentre os sintomas que mais incomodam as brasileiras estão o desconforto (52%) e a presença de cólicas (46%). Além disso, 20% relatam ficar muito irritadas, 7% apontam que o sangramento é excessivo e 4%, que atrapalha a rotina.

“Alguns desses fatores fazem parte da chamada Tensão Pré-Menstrual, a TPM. Já as cólicas menstruais se dão pelas contrações que ocorrem no útero para a eliminação dofluxo menstrual. Em algumas mulheres este sintoma não causa grandes mudanças na qualidade de vida; já em outras pode impedir as atividades do dia-a-dia”, relata o especialista.

Histórico da contracepção oral

Para minimizar esses problemas, a mulher conta com o contraceptivo oral – ou pílulaanticoncepcional – que surgiu no início dos anos 60 e revolucionou a maneira pela qual a sociedade ocidental encararia a vida reprodutiva e a sexualidade dali por diante. Inicialmente, a pílula foi comercializada para aliviar os sintomas da menstruação. Porém,  tinha como “efeito colateral” a suspensão temporária da ovulação, trazendo, portanto, mais autonomia e liberdade para as mulheres.

De lá para cá, quase 50 anos se passaram e os métodos contraceptivos  foram continuamente aprimorados. “Hoje em dia existe um método contraceptivo para cada perfil de mulher, com a possibilidade, inclusive, de controle sobre quando menstruar. Além disso, muitos contraceptivos, tais como os contraceptivos orais combinados   propiciam benefícios adicionais para a pele e o cabelo”, complementa Dr. José Bento.

De  acordo com a pesquisa Datafolha, a pílula é o método mais comum entre as mulheres e metade delas declarou que já emendou uma cartela na outra como forma de controlar o ciclo menstrual  e poder aproveitar mais os momentos de férias e lazer, já que a menstruação pode atrapalhar esses períodos.

Nova opção para as mulheres

Como forma de atender às mulheres que desejam ter mais controle não apenas sobre a decisão de engravidar ou não, mas também sobre o momento mais propício para menstruar, o contraceptivo hormonal oral de baixa dose com ciclo flexível é uma opção cada vez mais conhecida no meio médico e entre as usuárias de pílula. Trata-se de um método que permite que a mulher escolha quando menstruar, com redução da frequência das menstruações para até três vezes ao ano.

O Yaz Flex é o primeiro e único contraceptivo hormonal oral de baixa dose que permite à mulher escolher quando menstruar. Para auxiliar a evitar falhas no processo de tomada da pílula, este contraceptivo é acompanhado de  um  aplicativo exclusivo chamado “Yaz Flex” que auxilia de forma segura e orienta a tomanda da pílula, informando por exemplo o que fazer em caso de esquecimento, o dia da pausa e mostrando  quantas pílulas restam na cartela, além de outras funcionalidades. O aplicativo está disponível para download nas principais lojas Google Play e App Store.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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Walgreens disponibiliza ferramenta de análise de pele

 

 

 

 

 

 

O portal da rede norte-americana de farmácias Walgreens acaba de lançar uma ferramenta exclusiva de análise de cuidados com a pele chamada SkinID.

O objetivo é avaliar as necessidades de cada cliente em relação à acnes, espinhas e cravos e criar uma rotina diária personalizada, na qual os consumidores recebem recomendações de produtos selecionados de marcas comercializadas na própria rede.

“Com isso, ajudamos os usuários a entenderem melhor sobre a saúde geral da sua pele e assim termos compras mais direcionadas”, ressalta Lauren Brindley, vice-presidente de beleza e cuidados pessoais da Walgreens. Segundo a executiva, a Walgreens comercializa quase 2 mil itens para acne. “Comprar uma linha de cuidados para a pele é um desafio. Muitos clientes desconhecem os cuidados necessários para lidar com as condições específicas da sua da pele e acabam adquirindo os produtos errados”, explica.

As recomendações de produtos são determinadas pela utilização da tecnologia SkinID, ferramenta da Johnson & Johnson Consumer, que se baseia em respostas fornecidas por usuários individuais e tipos de pele. “Quando os clientes não atingem os resultados esperados pelo uso de um produto não adequado à sua pele, acabam frustrados”, observa Sharon Holubek-Bank, diretora sênior de desenvolvimento de clientes da Johnson & Johnson Consumer.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico